vadi.agem está live: agenda cultural com chão
vadi.agem.pt já está live como protótipo público: uma agenda cultural por cidades e regiões, ainda com dados mockados e sem backend integrado.
vadi.agem.pt já está live. Ainda não é a versão ligada ao backend: os eventos, contagens, preços em gemas e detalhes de cidade continuam mockados. Mesmo assim, a intenção do produto já aparece com clareza: uma agenda cultural de Portugal que começa no território e não numa tabela.
O objectivo é juntar cidades, regiões e acontecimentos com a textura própria de cada lugar. Concertos, teatro, exposições, romarias e festas entram na mesma superfície, mas sem perderem o chão. Uma entrada de Barcelos deve saber a Barcelos: Cávado, feira, barro, galo, Senhor da Cruz, noite no rio e calendário vivido por quem lá passa.
Agenda, região e cidade
A primeira página abre o país por regiões. Norte, Centro, Lisboa e Tejo, Alentejo, Algarve e Ilhas funcionam como portas de entrada; depois a agenda permite filtrar por tipo, mês, região ou palavra. O serviço não quer ser só um motor de busca de eventos: quer ser um mapa cultural onde a visita começa antes do bilhete.
Por enquanto, a base de dados real ainda não está integrada. Isso é importante dizer sem disfarce. A versão live serve para testar linguagem, hierarquia, navegação, filtros e relação visual entre cidade e evento. Quando o backend entrar, a mesma gramática deve receber fontes reais, eventos actualizados, cidades editáveis e integração com compra ou reserva.
Barcelos como exemplo
Barcelos é o melhor exemplo desta direcção porque condensa o que a vadi.agem procura: uma cidade com feira semanal, romaria forte, artesanato reconhecível, rio, lenda e vida cultural. O ecrã de cidade não é uma ficha neutra; é uma pequena cena onde a agenda ganha carácter regional.
Comparação visual: vadi.agem e mega do avesso
dois ecrãs, uma teseregião como cena
O Norte aparece como território, não como lista: paisagem, personagem, capitais, rios, festa-mor e contagem de cidades e eventos no mesmo primeiro olhar.
O ecrã do Norte abre a cultura como ambiente: região, cidades, rios, festa-mor e eventos no mesmo primeiro olhar. O ecrã de Barcelos aproxima a lente: já não estamos a escolher uma categoria, estamos diante de uma cidade com voz. É essa passagem de escala que a agenda precisa de resolver bem.
A vadiagem é uma das formas de poesia.
depois de Agostinho da Silva
O que falta ligar
A próxima camada é menos vistosa e mais decisiva: backend, ingestão de eventos, curadoria, estados de publicação, páginas de detalhe e dados verdadeiros por cidade. A interface live já mostra o caminho; falta trocar o cenário mockado por uma agenda que respire com o calendário real.
O endereço público é https://vadi.agem.pt/. A porta está aberta; agora o trabalho é fazer a cidade entrar por ela com dados vivos.